a colonialidade perpétua
José Simões traz-nos as declarações do advogado do empregador dos mariscadores de Alcochete. As declarações tinham-me escapado, mas não restam dúvidas de que configuram um perpetuar de uma visão colonialista sobre o mundo. Eu que não gosto da dialética opressor/oprimido, reconheço um cenário evidente de exploração percebida como benemérita, acabando por dar razão (em parte) às propostas teóricas que observam a globalização e o capitalismo como processos coloniais reconfigurados.
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