Os desafios da transição de sexo em idade precoce
Tenho um entendimento extensivo da ideia de autodeterminação e dignidade humana, que inclui o direito a estar e não estar vivo, ter ou não ter qualquer orientação sexual, identificar-se ou não identificar-se com o seu corpo. Nesse sentido, considero legítima a intervenção cirúrgica para mudança de sexo e consequente adoção de nova identidade concordante. No entanto, considero que esse processo deve ser atrasado em idades menores ou acompanhado de um rigorosíssimo processo de avaliação psicológica em diferentes etapas e por um período razoável, de modo a evitar situações --que dão gás a quem se opõe a tal direito -- como a de Kayla Lovdahl, que com 18 anos já transitou de género para ser um rapaz, arrependeu-se e voltou a querer ser uma rapariga.
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