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O PP venceu sem maioria e o Vox foi o grande figurão da noite eleitoral, com um tombo gigante, mostrando que o populismo, além de um modo de fazer política, mais do que uma ideologia, é também um sintoma de uma democracia adoecida, uma forma de canalização do protesto de quem se sente traído pela classe dirigente. Ao mesmo tempo, as guerras culturais são um campo polarizador que, ainda assim, não afeta o grosso da população, pouco dada a ressonâncias verdadeiramente autoritárias, na hora “h”. O Sumar de Yolanda Diaz obteve bom resultado, mas o progressismo para sobreviver precisa ser próximo do centro-esquerda, sob pena de se radicalizar ao ponto de se tornar desinteressante e exclusivista.

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